Quando olho no firmamento,fico sempre admirar, as estrelas parecem paradas e as nuvens a passear e a lua no seu romantismo incandescente a brilhar.
Aparece no oriente com destino ao ocidente com seus passos imperceptíveis sem segurança aparente,cumprindo a nobre missão dada pelo o Onipotente.
Tu és a mais linda princesa que existe em todo cosmo enquanto outras se maquiam tu não descansas e não dorme, teu aspecto é o mesmo pois nunca mudou de forma.
Tu és a canção dos ébrios e lenitivo dos apaixonados que recentemente perdeu um grande amor e vivem desesperados, buscando inspirações em ti para viver cantando pelas ruas, embora desentoados.
Este não é meu caso.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
25/03/2015.
Um Blog sem um assunto específico, apenas está aqui o que sinto, desejo, acho e gosto.
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quarta-feira, 25 de março de 2015
A história de um cacique.
Um dia o senhor Cacique cansado de tanto lutar, resolver deixar os índios e ir para outro lugar, levou arco e flecha e também um cinturão, prefiro viver sozinho aqui bem tranquilão, tal foi a sua surpresa a encontrar-se com doutor João.
- O que faz aqui seu doutor?
-Eu estou a trabalhar. Fazendo minha casinha para depois nela morar, pois vem aí muita chuva e não quero me molhar, vou ficar aqui contemplando outros pássaros se molhando que não podem gorjear.
- Que chuva que nada doutor, eu não posso acreditar pois o senhor não tem previsão e não sabe adivinhar, pois não ouvi nem um trovão que venha isto confirmar.
- Tenha calma senhor Cacique e se cuide de preparar, antes que os ventos norte e oeste logo comecem soprar trazendo chuva com certeza e te apanhe de surpresa sem lugar para se abrigar.
O senhor Cacique não deu crédito no bom conselho acertado que recebeu do doutor João, coitadinho embarreado não demorou muito tempo teve um triste resultado, começou o temporal e ele ficou apavorado.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
- O que faz aqui seu doutor?
-Eu estou a trabalhar. Fazendo minha casinha para depois nela morar, pois vem aí muita chuva e não quero me molhar, vou ficar aqui contemplando outros pássaros se molhando que não podem gorjear.
- Que chuva que nada doutor, eu não posso acreditar pois o senhor não tem previsão e não sabe adivinhar, pois não ouvi nem um trovão que venha isto confirmar.
- Tenha calma senhor Cacique e se cuide de preparar, antes que os ventos norte e oeste logo comecem soprar trazendo chuva com certeza e te apanhe de surpresa sem lugar para se abrigar.
O senhor Cacique não deu crédito no bom conselho acertado que recebeu do doutor João, coitadinho embarreado não demorou muito tempo teve um triste resultado, começou o temporal e ele ficou apavorado.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
A história de Salobro.
Oi Salobro, que há 40 anos atrás eram um simples lugarejo com bebedouros de animais, hoje tem algumas praças e um comércio sem igual. Ainda me lembro Salobro do teu fértil nascimento ao lado de Gameleira povo rico e prepotente, que não quis reconhecer o teu próspero crescimento. O teu povo Salobro não temeu a opressão lutou com a finco e com garras de leão, evitando que tua prosperidade fosse lançada para o chão.
Xavier e Miguelzinho duas pessoas excelentes, percorriam toda a feira rematando os excedentes, possibilitando seus feirantes na próxima feira estarem presentes não são palavras forjadas e nem tão pouco invenção, sou testemunha ocular de todas estas ações.
Por isto te escrevo com muita convicção, não critico Gameleira por achar que é normal, defender seus interesses isso é muito natural, mencionei o episódio por um direito legal, apesar de estar distante jamais vou te esquecer, a sua localização entre Seabra e Irecê.
Em ti moram parentes e amigos que em breve almejo revê-los.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
Xavier e Miguelzinho duas pessoas excelentes, percorriam toda a feira rematando os excedentes, possibilitando seus feirantes na próxima feira estarem presentes não são palavras forjadas e nem tão pouco invenção, sou testemunha ocular de todas estas ações.
Por isto te escrevo com muita convicção, não critico Gameleira por achar que é normal, defender seus interesses isso é muito natural, mencionei o episódio por um direito legal, apesar de estar distante jamais vou te esquecer, a sua localização entre Seabra e Irecê.
Em ti moram parentes e amigos que em breve almejo revê-los.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
A história de Jacó e Jaci.
Jacó era um moço que apaixonou-se por uma moça cuja o nome Jaci, não sendo correspondido pensou em morrer e queria que a moça morresse também. Imaginado que a vida continuasse após a morte veja abaixo o que ele escreveu.
" Quando eu morrer irei morar no além, levarei muita saudade principalmente de alguém que sempre passa do meu lado com o nariz empinado fingindo não ver ninguém. O teu dia chegará e você irá também, morar na mesma cidade pois ali é o nosso fim. Com o rosto desfigurado não mais nariz empinado, quem sabe pertinho de mim."
"Jacó deixe de ser ingenuo para não chamar de mané, alimentando ilusão, por alguém que não te quer. Nunca pensei em você, eu quero que você morra ou á para onde quiser."
"Jamais vou desistir pois gosto muito de você, sei que sua jatancia não irá prevalecer. Vamos nos casar e juntos vamos viver."
"Jacó não entendo, tamanha insipiência, mesmo sendo menosprezado ainda pede clemência, eu quero que você me dê paz, antes que eu perca a paciência."
Jacó desistiu vendo que não dava certo, decidiu viajar para a região sudeste, percorreu os quatro estados, pois voltar não tinha pressa. Lá conheceu uma morena lá do extremo nordeste cheio de felicidade, nutrindo nova paixão, foi conhecer os pais da moça, ao norte do Maranhão. Existe um forte comentário se é verdade eu não sei, que seu feliz matrimônio foi na família Sarney.
A moça já está ansiosa não gostaria comentar, de tanto selecionar não achou com quem casar, hoje já é titia e logo mais será gaga.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
" Quando eu morrer irei morar no além, levarei muita saudade principalmente de alguém que sempre passa do meu lado com o nariz empinado fingindo não ver ninguém. O teu dia chegará e você irá também, morar na mesma cidade pois ali é o nosso fim. Com o rosto desfigurado não mais nariz empinado, quem sabe pertinho de mim."
"Jacó deixe de ser ingenuo para não chamar de mané, alimentando ilusão, por alguém que não te quer. Nunca pensei em você, eu quero que você morra ou á para onde quiser."
"Jamais vou desistir pois gosto muito de você, sei que sua jatancia não irá prevalecer. Vamos nos casar e juntos vamos viver."
"Jacó não entendo, tamanha insipiência, mesmo sendo menosprezado ainda pede clemência, eu quero que você me dê paz, antes que eu perca a paciência."
Jacó desistiu vendo que não dava certo, decidiu viajar para a região sudeste, percorreu os quatro estados, pois voltar não tinha pressa. Lá conheceu uma morena lá do extremo nordeste cheio de felicidade, nutrindo nova paixão, foi conhecer os pais da moça, ao norte do Maranhão. Existe um forte comentário se é verdade eu não sei, que seu feliz matrimônio foi na família Sarney.
A moça já está ansiosa não gostaria comentar, de tanto selecionar não achou com quem casar, hoje já é titia e logo mais será gaga.
Escrito por Alberique Ferreira de Oliveira.
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